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domingo, 7 de outubro de 2012

O que eles fizeram para morrer?

















Tanques de pedra auxiliam armazenamento de água na Paraíba


Na Paraíba, os tanques de pedra são reservatórios feitos com as rochas típicas da paisagem da região, que retêm a água da chuva e ajudam a matar a sede de muitos agricultores.
Para armazenar a água da chuva no nordeste, o Globo Rural já mostrou várias tecnologias e apresenta mais uma. No semi-árido paraibano, as formações rochosas que afloram por lá garantem água limpa para os agricultores.  

No tilintar dos sinos pendurados nos animais, percebe-se o vai e vem do sertanejo em sua busca diária por bebida e comida para o gado. A estradinha de chão no município de Esperança, no agreste paraibano, conduz até o único refúgio de água da comunidade rural Malhada da Pedra.

“A água do local é boa não só para os animais. É para todo mundo. O povo bebe daqui também”, diz o criador e vaqueiro Beto Vicente Pereira. Basta aguardar um pouco que logo chega o agricultor Francisco Vicente, puxando seu jumentinho, que carrega no lombo quatro galões vazios.

Quando cheios, os recipientes levarão 100 litros de água para atender as necessidades da família. “Essa água vai servir para o consumo de casa, para lavar roupa, para tomar banho, beber. 

sábado, 6 de outubro de 2012

Não Mate! CUIDE


Extinção em biologia e ecologia é o total desaparecimento de espécies, subespécies ou grupos de espécies. O momento da extinção é geralmente considerado sendo a morte do último indivíduo da espécie. Em espécies com reprodução sexuada, extinção de uma espécie é geralmente inevitável quando há apenas umindivíduo da espécie restando, ou apenas indivíduos de um mesmo sexo. A extinção não é um evento incomum no tempo geológico - espécies são criadas pelaespeciação e desaparecem pela extinção.
Apesar da grande diversidade biológica que existe, estima-se que cerca de 99% das espécies existentes na Terra já se tenham tornado extintas. Um dos maiores enigmas dos paleontólogos consiste em descobrir e explicar como se processaram os eventos de extinção no passado e quais foram as suas causas.[1] As causas das extinções sempre podem ser estudadas por meio da evidência fóssil. A partir dos fósseis, obtêm-se informações sobre organismos que viveram em tempos muito distantes dos atuais, nos levando a entender um pouco mais da diversidade da vida no passado.[2]

Há relatos de perdas de abelhas, mas não existem estudos sobre a Síndrome do Colapso das Colónias em Portugal. A Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP) estima que os criadores de abelhas não estejam a conseguir repor metade das perdas dos efectivos que, normalmente, acontecem na época de pousio e que costumam rondar os 20%. Mas nada garante que este problema esteja relacionado com o fenómeno.


A FNAP promoveu uma investigação que pode ajudar a compreender a síndrome. Executado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Universidade de Évora e pelo Laboratório Nacional de Investigação Veterinária, sob a coordenação científica do Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança, o projecto Portugal, Apicultura e Nosema (PAN) está a traçar o perfil epidemiológico actual da nosemose no território português.